A tecnologia push: empurrando informações

De Ciberespaço

Suponha que, todo dia, você queira saber: a previsão do tempo em sua cidade, os últimos resultados do Campeonato Brasileiro de futebol, o valor de certas ações, notícias sobre o mundo das telecomunicações e os acontecimentos mais recentes na política nacional. Todas essas informações estão disponíveis em sites na Web, mas você perderia um bom tempo encontrando-as e carregando-as em seu browser. Pouca gente teria tempo e paciência para fazer isso diariamente.

A tecnologia push (empurrar, em inglês) surgiu para resolver esse problema. Ao invés de as pessoas saírem pela Web navegando atrás de informações, os programas push se encarregam desse trabalho, enviando ao computador do usuário – em horários determinados – informações sobre assuntos previamente selecionados.

A tecnologia push promete muito, mas ainda não pegou entre os usuários. Um dos problemas é que a maioria das pessoas não tem conexões permanentes com a rede, o que torna o push ineficaz. Além disso, ficar “empurrando” informações periodicamente – que muitas vezes nem chegam a ser lidas – acaba congestionando as redes de computadores, o que fez algumas empresas proibirem o uso do push pelos empregados. Já há diversos programas de push: BackWeb, Pointcast, Marimba, Netscaster, WebCast.

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