Uma revolução na comunicação global
De Ciberespaço
Os primeiros a usufruírem deste novo meio de comunicação foram os meios acadêmicos e científicos. Faculdades, universidades, laboratórios e institutos de pesquisa logo colocaram páginas na Web.
A World Wide Web tornou-se um veículo de comunicação dinâmico e eficiente. As informações compartilhadas deixavam de ser texto puro e simples (uma limitação do e-mail, por exemplo) e passavam a ser documentos repletos de cores, imagens, animações e sons. Além disso, as páginas podiam ser atualizadas facilmente, freqüentemente e a um baixo custo.
Com a liberação do uso comercial da Internet, milhares de empresas criaram suas páginas na Web: companhias aéreas, bancos, seguradoras, redes de rádio e televisão, revistas, jornais, editoras, fabricantes de software e hardware, lojas de computadores, montadoras e concessionárias de veículos, supermercados, restaurantes, livrarias, lojas de discos e muitas outras! Além de marketing institucional, essas empresas vêem na Web um excelente veículo para venda e divulgação de produtos e serviços.
A World Wide Web popularizou a Internet. Tornou-se sua killer application, isto é, a aplicação que popularizou a rede mundial. Tornou-a agradável, fácil de usar. Muitas pessoas chegam a confundir a World Wide Web com a própria Internet.
Mas além de pesquisar, comprar e se entreter na Web, você pode ir ainda mais longe: pode fazer parte dela! Não é difícil disponibilizar uma página na Web. Alguns serviços oferecem isso de graça. O Geocities [1], por exemplo, não cobra nada de seus quase dois milhões de usuários e seu retorno financeiro provém de anúncios.
Você pode criar páginas falando de si mesmo (as chamadas “páginas pessoais”) ou pode divulgar informações de seu interesse. A miscelânea de assuntos que existe hoje na Web é imensa. Há páginas sobre música, poesia, desenho animado, cinema, animais, OVNIs, informática, gastronomia… A Web, desse ponto de vista, é extremamente democrática. Cada um pode falar sobre o que quiser!

